RADIOGRAFIA DO SEQUESTRO

Por Wanderley Mascarenhas de Souza

Apresentação:

     A criminalidade vem em um crescente. Há necessidade de que toda a sociedade se prepare para defender-se dela. O Estado e suas instituições nunca conseguirão proporcionar a defesa de seus membros individualmente. Assim, cabe a cada um de nós preparar-se como membro do grupo social e adquirir os conhecimentos necessários para, nos limites da lei, assegurar a si e a seus familiares o coeficiente de proteção indispensável a tranquilidade hodierna.
     A onipresença policial é impossível. A colaboração de todos é indispensável. O conhecimento do "Modus Operandi" é fator importante para a prevenção. Necessário é que todos o compreendam e ajudem a minimizar as possibilidades de ocorrência.
     Neste sentido é que se apresenta este trabalho que não esgota o assunto, mas irá preencher o vácuo da falta de prevenção, orientar para os comportamentos anti-riscos e transversalizar a consecução do objetivo comum, que é evitar que sejamos todos vítimas e grupo social objetos dessa agressão física e psicológica que é a perda da liberdade de ir e vir pela efetivação do crime de sequestro. Devemos prevenir para não sofrer; discrição é a palavra-chave; atenção é a palavra sucesso.

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Sinopse:

     Na anatomia da criminalidade brasileira, o sequestro é uma atividade financeira em que ocorre menos riscos e se fatura muito dinheiro num pequeno lapso de tempo.
    Utilizando táticas de guerrilha, ações são cada vez mais audaciosas e contam com sofisticado apoio logístico, atingindo níveis incontroláveis em determinados estados. Isto representa atualmente um risco de vida imediato para um número cada vez maior de pessoas, destacadamente os grandes empresários. Contudo, já é alta a estatística policial de casos onde os seqüestrados são da classe média e os valores dos resgates se limitam a bens móveis.
    Evidencia-se, desta maneira, que o sequestro já é um fato comum, coisa de nosso dia-a-dia, e que as sequelas causadas às vítimas são de proporções muito maiores do que possa parecer.
    Aliado a esses aspectos, há um agravamento da situação quando ocorre a divulgação desorientada do seqüestro, o envolvimento de pessoas despreparadas e o aparecimento de "heróis" oportunistas.
    É sob este prisma que se faz necessário radiografar o sequestro e compreender que a primeira defesa é conhecer profundamente que tipos de pessoas o fazem, suas motivações, objetivos, técnicas e organizações; em segundo plano, é importante saber conhecer o risco de vir a ser uma futura vítima desta modalidade de crime e, por fim, como administrar claramente o evento chamado "cativeiro".

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